Parece que é sindrome de férias: quando a menina pára, vem todas as coisas que ela evitava pensar antes na cabeça dela. O pior é que ela nem parou de verdade e já vieram todos os questionamentos possíveis. Ê menina, que coisa hein?
Bom, vamos lá: dúvidas são normais, não são? Mas e quando elas envolvem o futuro inteiro e nenhuma das alternativas parece se sobrepôr às demais? Já parou pra pensar? É possível destruir tudinho daqui pra frente só fazendo uma escolhazinha errada! Help (ah, essa é uma música dos Beatles… ). Anyway, até a inspiração pra escrever de verdade já se foi embora visto que minha tia que está aqui em casa insiste em conversar comigo. aaah!
Voltando à linha de raciocínio: são tantas alternativas, nenhuma delas preferencial, e todas decisivas. A menina se perde, se esquece, se desespera. Letras, música, dança, jornalismo, circo, pesquisa, cultura, escritório. Investir mesmo na Iniciação Científica ou desistir e ir atrás de estágio? Largar tudo por uma vida diferente? A menina anda realmente se questionando. Ela deveria realmente estar lá, ou em outro lugar? E o pior: Como saber??
Outro dia tive uma pontinha de entendimento: a vida não é certa, não se pode controlar tudo, e a menina não é o centro do mundo. Não, não é. Nossas vontades não são o essencial na nossa vida. Mas o caminho, como ele é trilhado, e porque fazemos as coisas assim. E você, caro leitor, acha que isso me ajudou em alguma coisa? É claro que não! A menina é muito mais egoísta do que gostaria de ser e ainda é ingênua o suficiente pra achar que o futuro dela está em suas mãos e que depende das escolhas agora sua felicidade futura.
Menina boba…
[só para constar, hoje foi meu último dia no mesmo trabalho dos últimos 14 meses da minha vida. me senti tão leve saíndo de lá. finalmente algo diferente na minha vida. mas... e se...?]
16 - Julho - 2008 at 3:24 am
Você tem razão, dá pra destruir tudinho só escolhendo mal num tico de momento. Mas é assim mesmo, o bom é que as escolhas nunca acabam, sempre têm outras.
Despedindo-se do velho, se recepciona o novo. Seja o que vier, o que importa é que é novo, diferente, uma chance de escolha.
Vai que é tuuua, Jeh!
Vai que dá certo!
21 - Julho - 2008 at 3:04 am
Se as dúvidas param, a vida pára, não é? Então que venham as dúvidas.
E deixe de ser alarmista, Pulga. O censo-comum, mais vagabundo que existe, diz: “É errando que se aprende”.
Boa sorte nessa nova jornada. Como sempre, tenho certeza que se dará bem já que é a Jessica e não qualquer uma.
Adoro você.
Falta pouco para matar a saudade.
beijo!
23 - Julho - 2008 at 5:58 pm
É, môr.
No corre-corre a gente esquece de parar pra pensar.
Aí, quando pára, já não vê mais tanto sentdo no corre-corre.
Clichê por clichê, vou de Power Rangers:
“Siga o rumo do seu coração.”
Ainda em frases, o “e se” não existe.
“Se” minha avó fosse uma ovelha, eu nasceria falando “mé”.
A vida é feita de escolhas, mas geralmente (espero) o mocinho fica com a mocinha e o bandido é preso no fim do filme.
Complementando nosso amigo Guilherme, você só sabe se o café tá muito quente depois de queimar a língua.
(esaudadequebatenomeucoracao)
28 - Julho - 2008 at 6:03 am
A menina não sabe o que ela representa para todos em volta… Não é nem egoísta, nem ingênua.
Se você já percebeu que não temos muito controle na direção da vida, a ingenuidade já foi embora. É fato que não temos controle algum, mas podemos fazer nossa parte, seguir o que acreditamos. Depois é só torcer pra dar certo (ou ter fé, acertei?).
Adoro você. [2]
Falta pouco para matar a saudade. [2]