Leiam este post ao menos pra saber do que estou falando.

Quem conversa muito sobre milhares de assuntos comigo percebe e tem vez que até se irrita: minha visão espiritual da vida costura por entre todas as outras opiniões. Política, economia, individual, psicológica, estudos, amizades, etc. etc. Tem gente que até não aguenta mais, né Gui? mas uma coisa que eu tenho percebido, desde uma conversa com um indeciso, é que muita gente não tem a menor idéia do que estou falando. Eles tem uma imagem engraçada disto que se chama “religião”, “cristianismo”, “Deus”, cuja única palavra que chega perto de descrever a visão deles é estereótipo despreocupado. Opa, são duas.

Alguns confundem imagens, outros adicionam conceitos, muitos são simplesmente preconceituosos embora afirmem que não. Pra começar, “igreja” nem sempre quer dizer aquele prédio em que entra um bando de louco pra fazer um monte de coisa que você não entende e nunca vai entender. “Igreja” é o ajuntamento de pessoas com a mesma fé e o mesmo objetivo, que não é, ou não deveria ser, encher você. “Religião” não é “igreja”. “Igreja” deveria ser o resultado da religião em comum.

Aliás, que #$%@$ vocês acham que é “religião”?!? “Religião” é muito simples. Não é a “religião institucionalizada”, com os dogmas, as autoridades, pastores, padres, bispos, papas, igrejas físicas (os prédiozinhos), livros de regras, livros de música, livros de qualquer coisa, águas, símbolos, etc. Não! “Religião” não é negação da sua liberdade, da sua forma de viver, do seu individualismo, da sua vida, das suas atividades, ações. “Religião” diz, em si, o que é: re-ligação. “Religião” é como nos religamos a aquilo que estávamos ligados e perdemos a ligação. Se você não entendeu que religião tem a ver com a sua ligação com Deus, releia a frase anterior. Isso que é, simplesmente, “religião”.

Agora, não será este o último post que eu vou tentar esclarecer essas coisas a vocês. Pretendo seguir uma linha de raciocínio e espero que vocês leiam ao menos para me entender e parar de ver a minha cara de desapontada quando vocês soltam uma pérola em relação ao assunto. Não é o fato de crer ou não. Mas ao menos conheçam para poderem entender esse assunto e a mim. Ao menos vocês, meus caros amigos. ;)

Por fim, não confundam todos esses preceitos com dogmas, regras, rituais e abstenções. Não achem que fé e religião é a “igreja do não”, que te impossibilita de fazer muitas coisas, “a igreja das regrinhas”, que determina teus passos. Se vocês não conhecem profundamente, não julguem pelo que vocês vêem por aí, lembrem que há muitas pessoas que usam isso tudo de forma deturpada, para seu próprio bem. A única coisa que eu posso adiantar do que pretendo falar no próximo post é que… “essa fé implica na absoluta necessidade humana de Deus”! E no fim das contas, tudo se resume em amor.

Até o próximo post!